Artigos

  • Nos últimos anos, o Brasil tem implementado políticas mais sistemáticas de apoio à inovação e, mais especificamente, vem objetivando engajar as empresas em estratégias de inovação de produtos, de processos, de formas de uso, de distribuição, de comercialização entre outras, visando atingir, desta maneira, um patamar superior de desenvolvimento e de geração de renda. De fato, a capacidade de inovar passou a ser uma nova exigência, que as empresas têm que incorporar como competência organizacional, em termos de diferencial competitivo, ao lado da capacidade de reagir às exigências e expectativas dos clientes. Todavia, a ... Leia mais »

  • Inovação é a palavra do momento, que vem ‘bombando’ nos meios empresariais, governamentais e acadêmicos. Porém, principalmente nas empresas, vem sendo usada como já foram tantas outras como ‘reengenharia’, ‘terceirização’, ‘BPO’, ‘gestão’ e por aí vai, correndo o risco de se tornar apenas mais um modismo, em vez de gerar os resultados a que se propõe e de que dela são esperados. Mas afinal: O que é essa tal de inovação? A inovação é tão antiga quanto a própria vida, que teve que se adaptar e evoluir para poder se manter, e ainda prosperar. No caminho da ... Leia mais »

  • Freqüentemente, os profissionais de Inteligência Competitiva (IC) tornam-se verdadeiros escravos das tecnologias utilizadas nos processos de IC. Os engenheiros do conhecimento entendem bem esta excitação. Porém, em última instância, são as pessoas e não os sistemas quem tomam decisões. Para o profissional de IC, os processos de coleta, análise e disseminação de informações são relativamente fáceis. A parte mais difícil está relacionada às pessoas (o lado fator humano da rede).Deve-se prestar muito cuidado e atenção neste lado, porque é aqui onde o produto final (a decisão) verdadeiramente será desenvolvido. Como salienta TYSON (1998) , “todos os sistemas informatizados do mundo trabalhando juntos ... Leia mais »

  • A Inteligência Competitiva (IC), observada do ponto de vista da nova economia baseada no conhecimento, inicia-se com acoleta de informações estratégicas. Isso não significa que as empresas estão competindo para coletar informações estratégicas. Significa simplesmente que elas precisam ter conhecimentos sobre seus clientes, concorrentes, fornecedores, alianças estratégicas, oportunidades e ameaças futuras, a partir das informações que são coletadas nos ambientes interno e externo da empresa. A “criação” de um conhecimento estratégico envolve o desenvolvimento de uma “base de conhecimento” de informações estratégicas que possam ser usadas como um quadro de referência para se avaliar uma nova informação. Neste sentido, é fundamental ... Leia mais »

  • No início dos anos 60 do século XX, quando as empresas começaram a implementar planejamento estratégico, elas se utilizavam de técnicas bastante simples. Uma delas era a coleta “desorganizada” de informações estratégicas, uma vez por ano. Isso acontecia quando todo mundo saía pela empresa afora tentando juntar o maior número possível de informações sobre concorrentes, clientes e fornecedores. Outra técnica era a do retiro executivo. A diretoria executiva de uma determinada empresa ia para um local distante, normalmente um hotel cinco estrelas, a fim de discutir o seu posicionamento estratégico. Eles se sentavam ao redor de uma mesa de reuniões com um flipchart ... Leia mais »

  • A implementação de um processo de Inteligência Competitiva (IC) inicia-se com a coleta de informações. Na área de coleta é imperativa a aquisição de informações que sejam tão confiáveis quanto possível, isto é, o mais perto possível da fonte natural. As fontes primárias de informação são, freqüentemente, muito negligenciadas no processo de coleta. A informação primária é obtida a partir de entrevistas com os concorrentes, clientes, fornecedores, de fontes da indústria e dos empregados dentro da empresa. Durante os últimos anos tem se tornado evidente que muitos grupos de planejamento estratégico ainda desenvolvem seus planos ... Leia mais »